AÇÃO SOCIAL

Publicado por facom em 17 de agosto de 2017 às 17:26

Alunos e professores da Facom realizam projeto de comunicação institucional para projeto Mãos Dadas Belém, que desenvolve ações sociais para população em situação de rua

Texto e foto: Divulgação

No próximo dia 19 de agosto, sábado, o “Projeto Social Mãos Dadas – Belém” irá comemorar três anos de ações de inclusão social, realizadas pelas ruas da capital paraense. Por meio de apresentação teatral, exibição de documentário, distribuição de comidas, dança e lazer, a programação tem por objetivo sensibilizar a sociedade em geral para as condições vividas por estas pessoas, que se encontram em situação de vulnerabilidade social. A ação, desenvolvida em parceria com os discentes e docentes do Laboratório de Comunicação Institucional da Facom, será realizada na Praça da Floriano Peixoto, no bairro São Brás.

Equipe Maos Dadas

A Trupe de Palhaços Arruaceiros, grupo criado pelos colaboradores do Projeto, fará uma apresentação especial em homenagem aos três anos do Projeto. Na ocasião, os estudantes da Facom vão exibir os produtos institucionais que foram criados durante a disciplina. As peças consistem em webdocumentário, websérie, fotovaral e quadrinhos, todos voltados para a temática do Mãos Dadas.

O Projeto

O Mãos Dadas, cujo nome é baseado no poema homônimo de Carlos Drummond de Andrade, foi criado em 2013 na cidade de São Paulo (SP). No ano seguinte, os estudantes paraenses Mateus Viégas e Carolina Lira tomaram conhecimento do trabalho e se sentiram motivados a realizar uma ação semelhante na capital paraense. A primeira atividade ocorreu em 9 de agosto de 2014. Os alunos conseguiram reunir nove pessoas, entre familiares e amigos, que coletaram dinheiro e prepararam refeições para entregar aos moradores em situação de rua, na Avenida Presidente Vargas.

Dia de Luta

No dia 19 de agosto de 2004, sete moradores em situação de rua foram brutalmente assassinados com golpes na cabeça, enquanto dormiam na região da Praça da Sé, em São Paulo. Conhecido como “massacre da Sé”, o caso teve repercussão internacional e a data ficou marcada como o “Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua”. Treze anos após o massacre, esse segmento da sociedade ainda sofre com o preconceito e a violência. Segundo dados do Disque Direitos Humanos, entre 2012 e 2013 houve um aumento de mais de 40% no número de denúncias de violência contra os moradores em situação de rua. O tipo de violência mais denunciada é a negligência, seguida da violência física e psicológica.

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